The Bureau: XCOM Declassified – REVIEW

The Bureau - XCOM Declassified

A primeira review de game será do recém lançado, “The Bureau: XCOM Declassified“, o XCOM de ação.
The Bureau: XCOM Declassified se passa no início dos anos 60, durante a Guerra Fria e conta a história  do primeiro contato direto da organização XCOM com seres extraterrestres. Só que eles não estão aqui para dizer que o planeta Terra não é o único planeta habitável, ou que querem a paz universal, mas sim uma invasão, e com isso,você joga com um agente especial chamado William Carter, que tem como comando, um esquadrão, para lutar pela raça humano e pelo planeta Terra.
The Bureau: XCOM Declassified é um “AAA Game”, que mistura tática/estratégia com ação, sendo em terceira pessoa, e produzido pela 2K (A mesma de Bioshock 2).

O game investiu de uma certa forma, pesado, em sua publicidade, tendo diversos trailers, vídeos em live-action, todo site especializado em games tava fazendo entrevista com os caras da 2K que fez o jogo, tendo isso, me fez colocar muita fé no jogo, fora o lance de eu me amarrar nesse tema (Aliens, Área 51, MIB, etc). Eu comprei o jogo na pré-venda, na versão para PC, que no caso foi na STEAM , e estava com um desconto na pré-venda e mais 3 prêmios, que funcionava da seguinte forma, quanto mais gente comprava na pré-venda, iria destravando um prêmio, o primeiro foi uma DLC do jogo, no segundo prêmio você iria ganhar o game SPEC OP – The Line (Que é muito foda por sinal), e o terceiro e último, era um “box” com todos os jogos anteriores de XCOM. E sim, os três prêmios foram destravados.Mas o problema é que, o jogo não fez jus a todo esse “blá blá blá”, publicidade até o talo,  pré-venda bombástica…infelizmente. :/
O jogo até que tenta ser bom, mas ele termina sem saber o que ele é, se ele é tático ou se tem ação ou se tem história ou se é “random”.

The Bureau mistura elementos de outros games, como por exemplo: Brothers In Arms, Mass Effect, Spec Ops – The Line, e da própria saga XCOM. A jogabilidade é até legal, apesar de ser muito dura, no meio de um fogo cruzado, você acaba ficando atrapalhado, nervoso, com os comandos para os seus parceiros, a mira pra atirar me incomodou um pouco, por que era muito grande, passando a uma estética feia para interface e atrapalhando na jogabilidade, os seus parceiros quando morrem, MORREM MESMO, sendo substituído por outro (isso eu achei bacana). Em relação ao gráfico, é o que deve se esperar dos jogos de hoje em dia, até porque está no fim dessa geração de consoles (XBOX 360, Playstation 3, WII, etc), a movimentação facial dos personagens é boa, a dublagem deixa a desejar, meio que, essa tal voz não combina para esse tal personagem. A trilha sonora é fraca, não se tornar marcante, e o jogo tem alguns bugs, que é normal. Juntando tudo isso, o jogo acaba não tendo animação nenhuma no decorrer do game, se tornando MUITO chato.

De uma certa forma, até entendo os problemas desse jogo, até porque ele foi refeito três vezes, esse é a terceira versão, a primeira era muito parecida com Bioshock, e a segunda versão era muito parecida com Brothers In Arms, utilizando a primeira e terceira pessoa. Na final de tudo, o jogo na teoria, tem o espirito de XCOM, mas de uma forma “inovadora”, mas na prática faz com que o jogo se torne chato, sem nenhuma motivação de querer jogar de novo.

NOTA: SEIS (6/10)

Thiago Emery

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